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A “Guerra pela Eternidade”, de B. Teitelbaum: O Tradicionalismo Político Ocidental como contenção do Anticristo – uma visão Tradicionalista do livro de Benjamim Taítelbaum.

Em uma das conversas reproduzidas no livro, Teitelbaum expõe as diferenças entre o ideólogo do tradicionalismo russo Alexander Dugin e Bannon, que naquela época havia começado a colaborar com o dissidente chinês Guo Wengui. Bannon tentou convencer o filósofo russo de que a Rússia e os Estados Unidos deveriam se unir sob o legado da civilização judaico-cristã (que segundo Bannon é o elo entre a Rússia e o Ocidente) contra a China como “baluarte de valores materialistas”. No entanto, Dugin tem uma visão fundamentalmente diferente do Ocidente e da China das posições de seu homólogo americano. Portanto, o “pacto entre tradicionalistas” proposto por Bannon não se concretizou. Continuar lendo A “Guerra pela Eternidade”, de B. Teitelbaum: O Tradicionalismo Político Ocidental como contenção do Anticristo – uma visão Tradicionalista do livro de Benjamim Taítelbaum.

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A Ucranização do Brasil: o governo das milícias como modelo- Danilo Augusto de Oliveira Costa

A relação entre Ucrânia e Brasil começou aparecer com o uso de bandeiras ucranianas, entre elas a da milícia Pravyi Sektor, que se tornou posteriormente um partido da Ucrânia, em atos pró-bolsonaro. Recentemente diversas figuras do bolsonarismo começaram a também defender publicamente uma “ucranizaçao” do Brasil. É o caso do Deputado Daniel Silveira (PSL), que postou, no final de abril, no Twitter: “Está na hora de ucranizar o Brasil. Quem sabe o que foi feito lá [na Ucrânia] entenderá.”. E do comentário da bolsonarista Sara Winter, que lidera agora uma milícia armada chamada 300 do Brasil, dizendo que foi treinada na Ucrânia e que “chegou a hora de ucranizar”. Continuar lendo A Ucranização do Brasil: o governo das milícias como modelo- Danilo Augusto de Oliveira Costa

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