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A angústia que nos assalta – um papo filosófico

Por que estamos tão confusos perante os destinos do mundo ? Por que esta angústia que nos assalta sobre a vida que vivemos ? O que a filosofia tem a nos dizer sobre isto ? Continuar lendo A angústia que nos assalta – um papo filosófico

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A Hermenêutica do Mito – Emmanuel Carneiro Leão

A serpente não mentiu. Verificou-se o que ela predissera. Será que Deus não disse a verdade? A interpretação cristã procura sair da aporia, recorrendo à imortalidade. O homem fôra criado imortal. O que Deus predissera com a cominação imediata da morte foi a perda da imortalidade. Mas o mito desconhece totalmente uma imortalidade do homem tanto depois como antes da transgressão. Por outro lado, o mito também afirma que a serpente enganou o homem. Interrogada por Deus, diz a mulher no versículo 13: “a serpente me enganou para que eu comesse”. Como a serpente pode ter enganado se disse a verdade? Só num caso; a saber, no caso de equivocação do têrmo morrer. Nesse caso, embora seja verdade, o que disse a serpente não é tõda verdade. Há um sentido de morte em que se torna falsa a predição da serpente. Então talvez seja verdadeira a predição da morte imediata feita por Deus. Mas que outra coisa poderá significar do que terminar de viver, a morte biológica? Para se responder essa questão de acôrdo com o mito, deve-se primeiro examinar os efeitos do fruto proibido.
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Por que deveríamos ler mais John Gray ? – André Marcio Neves Soares

Ora, como almejar pretensiosamente a imortalidade sem sequer alcançar a liberdade? A solução para esse conflito que nunca foi deixado para trás, como disse Kleist, foi elevar a ciência como o atual demiurgo da humanidade. Ao contrário dos antigos que sabiam da incapacidade humana de despir-se do próprio mal interior, os atuais humanos, entorpecidos pela crença secular, buscam rodopiar em volta de si mesmos, como fantoches, e enganar a própria falha primordial: a ação humana. Continuar lendo Por que deveríamos ler mais John Gray ? – André Marcio Neves Soares

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Alguns pontos essenciais da crítica do valor – Anselm Jappe

No começo dos anos 1970, um triplo, senão quádruplo ponto de ruptura foi atingido: econômico (visível no abandono da indexação do dólar pelo padrão-ouro), ecológico (visível no relatório do Clube de Roma), energético (visível no “primeiro choque do petróleo”), aos quais se juntam as mudanças de mentalidade e de formas de vida do pós-1968 (“modernidade líquida”, “terceiro espírito do capitalismo”). Assim, a sociedade mercantil começou a chocar-se contra os seus limites, por vezes externos e internos. Continuar lendo Alguns pontos essenciais da crítica do valor – Anselm Jappe

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