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A informalidade dos informais: desintegração social no Brasil da pandemia- Maurilio Lima Botelho

A pandemia esgarçou o tecido social brasileiro e demonstrou as vísceras de uma estrutura social fragmentada, marcada por extremos econômicos e, principalmente, trouxe à tona a exclusão social, que agora não pode mais ser ignorada. Entretanto, de pouco vai adiantar esse choque de realidade se os instrumentos para enxergá-la permanecem sob os filtros de teorias bolorentas Continuar lendo A informalidade dos informais: desintegração social no Brasil da pandemia- Maurilio Lima Botelho

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Ainda o novo coronavírus e o nosso enigma civilizatório – André Márcio Neves Soares

Os humanos são mais numerosos do que qualquer outro grande animal na história da Terra. E isso representa uma forma de desequilíbrio ecológico que não pode continuar para sempre. Em algum momento haverá uma correção natural Continuar lendo Ainda o novo coronavírus e o nosso enigma civilizatório – André Márcio Neves Soares

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200.000 Cliques – Vale a Pena Comemorar !

Para nós hoje é um motivo de festa e como já fizemos em outras ocasiões estamos dividindo nossa alegria com vocês . Afinal, 200 mil cliques e mais de 5.500 assinantes representam muito para nós, num mar de pessoas totalmente envolvidas pela lógica do positivismo e também pelo negacionismo em ascensão. Continuar lendo 200.000 Cliques – Vale a Pena Comemorar !

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Bem-vindo ao Estado suicidário – Vladimir Safatle

Um Estado dessa natureza só apareceu uma vez na história recente. Ele se materializou de forma exemplar em um telegrama. Um telegrama que tinha número: Telegrama 71. Foi com ele que, em 1945, Adolf Hitler proclamou o destino de uma guerra então perdida. Ele dizia: “Se a guerra está perdida, que a nação pereça”. Com ele, Hitler exigia que o próprio exército alemão destruísse o que restava de infraestrutura na combalida nação que via a guerra perdida. Como se esse fosse o verdadeiro objetivo final: que a nação perecesse pelas suas próprias mãos, pelas mãos do que ela mesma desencadeou. Esta era a maneira nazista de dar resposta a uma raiva secular contra o próprio Estado e contra tudo o que ele até então havia representado. Celebrando sua destruição e a nossa. Há várias formas de destruir o Estado e uma delas, a forma contrarrevolucionária, é acelerando em direção a sua própria catástrofe, mesmo que ela custe nossas vidas. Hannah Arendt falava do fato espantoso de que aqueles que aderiam ao fascismo não vacilavam mesmo quando eles próprios se tornavam vítimas, mesmo quando o monstro começava a devorar seus próprios filhos. Continuar lendo Bem-vindo ao Estado suicidário – Vladimir Safatle

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História e Desamparo: Mobilização de Massas e Formas Contemporâneas de Anti-Capitalismo – Moishe Postone

Como é bem sabido, o período desde o início dos anos 70 tem sido marcado por transformações estruturais históricas massivas da ordem global, frequentemente entendidas como a transição do Fordismo para o pós-Fordismo (ou, melhor, do Fordismo para o pós-Fordismo [e] para o capitalismo global neoliberal). Esta transformação da vida social, económica e cultural, que implicou o enfraquecimento da ordem centrada no Estado de meados do século XX, foi tão importante como a transição anterior do capitalismo liberal do século XIX para as formas estatais intervencionistas e burocráticas do século XX. Continuar lendo História e Desamparo: Mobilização de Massas e Formas Contemporâneas de Anti-Capitalismo – Moishe Postone

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Violência e Barbárie – Marildo Menegat

A dificuldade de se explicar a violência brasileira está associada a este problema, recorrente na tradição crítica, que reconhece os fundamentos do estatuto paradoxal da realidade como uma dualidade constitutiva do país, a qual, por um lado, se define pelas aspirações do padrão civilizatório ocidental – de um Estado de Direito dependente do mercado – e, às suas costas, se (de)forma, com ares de normalidade, a partir da convivência com os mais abjetos dos tratos das massas socializadas pela dinâmica produtora de mercadorias, um mundo de horrores Continuar lendo Violência e Barbárie – Marildo Menegat

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A alienação dos desesperados – um ensaio de Joana Loureiro

O filme “A Noite dos Desesperados” (no título em inglês, “They Shoot Horses, Don’t They?”) foi aos cinemas no ano de 1969, retratando uma decadente sociedade americana atingida pela crise que assombrou o final dos anos 1920. 50 anos depois … Continuar lendo A alienação dos desesperados – um ensaio de Joana Loureiro

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roswitha scholz e a crítica de um novo marxismo feminista – Taylisi Leite

Colhido em Lavra Palavra  A assim denominada atualmente “Nova crítica do valor” (tradução de Wertkritik) surgiu em 1986, organizada em torno da leitura da obra do Professor de Chicago Moishe Postone, e logo tomou os contornos de um fórum, a … Continuar lendo roswitha scholz e a crítica de um novo marxismo feminista – Taylisi Leite

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A catástrofe como modelo – André Villar Gomez – Marcos Barreira

Agronegócio, crise ambiental e movimentos sociais durante o decênio 2003-2013 Imagem: Lady-Ktana O setor agropecuário é considerado o mais eficiente e competitivo da economia brasileira. Desde há alguns anos, ele vem ganhando mercados no exterior e garantindo o saldo positivo … Continuar lendo A catástrofe como modelo – André Villar Gomez – Marcos Barreira

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Não pode haver intelectuais se não há leitores- Entrevista com Jürgen Habermas

Colhido em El País Borja Hermoso 8 MAI 2018 – 04:00 CEST Ao redor o lago de Starnberg, a 50 quilômetros de Munique, se amontoam sucessivas fileiras de chalés de estilo alpino. A única exceção às esmagadoras doses de melancolia, … Continuar lendo Não pode haver intelectuais se não há leitores- Entrevista com Jürgen Habermas

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É preciso uma nova perspectiva de emancipação social

Colhido em krisis deutsche Version Conversa com Ernst Lohoff e Norbert Trenkle (grupo Krisis) sobre a crítica de valor, a crise fundamental do capitalismo e o crescente irracionalismo social (entrevista de Marcos Barreira e Javier Blank, Rio de Janeiro)[1] Gostaríamos … Continuar lendo É preciso uma nova perspectiva de emancipação social

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O estouro da Modernidade – Com tostões e canhões -Robert Kurz

Inovação com armas de fogo, expansão pela guerra: Uma olhada à pré-história do trabalho abstracto É com uma persistência irredutível que se mantém o boato iluminista, segundo o qual o sistema produtor de mercadorias da Modernidade teria a sua origem … Continuar lendo O estouro da Modernidade – Com tostões e canhões -Robert Kurz

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O Estado de Exceção é Religioso e Militarizado – Diogo Labrego de Matos

Editado no Blog da Consequência A origem etimológica do termo “abandono” reside na palavra bando. Com efeito, abandono consistia em uma prática humana primitiva de aplicação das leis em certos grupos sociais, bandos, em que os indivíduos condenados não eram … Continuar lendo O Estado de Exceção é Religioso e Militarizado – Diogo Labrego de Matos

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Ascensão e queda do homem trabalhador – Norbert Trenkle

Ascensão e queda do homem trabalhador Para a crítica da masculinidade moderna A crise do trabalho é também uma crise da masculinidade moderna. Em sua identidade, o homem burguês moderno é constituído e estruturado de modo fundamental como trabalhador masculino … Continuar lendo Ascensão e queda do homem trabalhador – Norbert Trenkle

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Feitiço de fundo de quintal – o PT, a crise e a economia política da barbárie – Marildo Menegat

O autor articula em três planos o argumento de que se chegou ao fim de um período curto da história recente do capitalismo, marcada por uma crise estrutural, em que ainda foi possível uma gestão da barbárie (administrar a regressão social sem rumo sobressaltos e rupturas abruptas da ordem institucional).

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